Dicas saudáveis

Conheça os principais tipos de AVC!

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) acomete muitos brasileiros e é uma das condições responsáveis por mais sequelas de saúde em todo o mundo. É uma doença grave, que pode ser fatal ou provocar mudanças bruscas na vida das pessoas.

O AVC não é um só: ele pode acontece de algumas maneiras, e os tipos de AVC influenciam frontalmente nas medidas adotadas por uma equipe médica de emergência.

Neste post, explicamos quais são os tipos de AVC e seus respectivos tratamentos, além de outras informações importantes sobre essa condição. Confira e tire suas dúvidas!

O que é AVC? 

Um Acidente Vascular Cerebral (AVC), também conhecido como “derrame”, é uma condição grave que acontece quando o sangue para de fluir para o cérebro por conta de alguma obstrução nas artérias. As consequências dependem da região do cérebro em que houve a obstrução e da quantidade de dano causado.

Quanto mais cedo uma pessoa identificar os sintomas e receber tratamento para um Acidente Vascular Cerebral, menor é a probabilidade de danos.

Quais são os principais sintomas do AVC?

Em casos de derrame, cada minuto conta. Quanto mais rápido for o tratamento, menos chances o paciente tem de ter danos cerebrais graves/permanentes.

Embora existam casos de derrames silenciosos — quando o Acidente Vascular Cerebral não apresenta sintomas fáceis de reconhecer —, a maioria dos casos se manifesta a partir de sinais específicos.

Ao conhecer esses sinais, você pode agir rapidamente e salvar uma vida — talvez até a sua. Confira quais são eles na lista abaixo.

Dormência

Uma dormência repentina no rosto ou a perda da sensibilidade nas mãos, nos pés, nos braços, nas pernas ou em outras extremidades pode ser sintoma de AVC. A dormência também pode parecer uma sensação de formigamento.

Essa dormência pode ocorrer em um lado do corpo, enquanto o outro lado permanece totalmente funcional. Quando se observa uma pessoa com dormência, pode-se notar que ela está constantemente tocando, massageando ou sacudindo a área dormente.

Confusão

A pessoa que está passando por um derrame pode ser incapaz de entender o que está acontecendo ou perder sua capacidade de pensar com total clareza. Ao observar alguém com essa confusão, pode-se notar um olhar perplexo no rosto da pessoa, que revela uma dificuldade em se concentrar ou tomar decisões.

Dificuldade de compreensão

Uma pessoa em estado de derrame também pode ter mais dificuldade em compreender a fala (sua própria e de outra pessoa), as linguagens ou os números. Ao observar alguém com essa dificuldade de compreensão, pode-se notar que a pessoa franze as sobrancelhas, balança a cabeça, fala menos ou se sente insegura.

Dor de cabeça severa

Uma dor súbita e intensa na cabeça, no couro cabeludo ou no pescoço pode ser sinal de AVC. A dor costuma acontecer sem qualquer causa aparente.

Ao observar uma pessoa com essa forte dor de cabeça, pode-se notar que ela toca a cabeça ou esfrega as têmporas. A sensibilidade à luz também é um sintoma recorrente associado à dor de cabeça.

Perda de equilíbrio

Uma pessoa em estado de AVC pode apresentar dificuldade para ficar em pé, andar ou se mover. Tropeçar sem motivo ou se tornar muito desajeitado de repente também são sinais comuns. A pessoa também pode cambalear e segurar objetos ao redor para permanecer em pé.

Perda da coordenação

A perda de coordenação provoca sintomas semelhantes à perda de equilíbrio. A pessoa pode apresentar dificuldade para ficar em pé, andar ou se mover. Ao observar alguém com perda de coordenação, pode parecer que a pessoa está sob a influência de álcool.

Tontura

Uma pessoa em estado de derrame pode se sentir tonta ou achar que tudo está girando. Ao observar alguém com tontura, pode-se notar que pessoa faz movimentos instáveis ​​e segura a cabeça.

Visão prejudicada

Visão embaçada em um ou ambos os olhos também pode ser sinal de AVC. Ao observar alguém que está passando por algum prejuízo na visão, é comum que a pessoa aperte os olhos ou esfregue-os com frequência. Associado a isso, vem a incapacidade de ler.

Problemas na fala

A incapacidade de falar, a fala arrastada, incoerente e o uso de palavras incorretas também podem ser sintomas de derrame. Nesse caso, a pessoa encontra dificuldades de conversar e se expressar com objetividade.

Fraqueza

A falta de força no rosto, nos braços ou nas pernas é outro sinal comum de AVC. Quando isso acontece, o rosto pode parece estar caído. A pessoa pode querer sentar ou deitar, mesmo que não experimente dificuldades em realizar tarefas simples.

Quais são os tipos de AVC? 

O Acidente Vascular Cerebral acontece quando um vaso sanguíneo é bloqueado ou rompido no cérebro, cortando o fluxo sanguíneo, mas nem todos os AVCs são iguais. A região onde ocorreu o rompimento influencia nos efeitos no paciente, assim como no tratamento.

É normal classificar o AVC em três tipos: isquêmico, hemorrágico e transitório. A seguir, entenda melhor como cada um funciona e como eles se diferenciam.

AVC Isquêmico 

O Acidente Vascular Cerebral Isquêmico (AVCI) acontece quando as artérias que fornecem sangue ao cérebro se estreitam ou ficam bloqueadas. Existem dois tipos de bloqueios que podem provocar esse tipo de AVC: uma embolia cerebral e uma trombose cerebral.

Uma embolia cerebral ocorre quando um coágulo de sangue se forma em outra parte do corpo — geralmente no coração ou nas artérias na parte superior do tórax e do pescoço — e se move pela corrente sanguínea até atingir uma artéria estreita demais para sua passagem.

O coágulo fica preso e interrompe o fluxo de sangue no cérebro, causando um derrame. Nesse caso, o derrame também é conhecido como AVC Isquêmico Embólico.

A trombose cerebral ocorre quando um coágulo de sangue se desenvolve na placa gordurosa no interior das artérias cerebrais, impedindo o fluxo sanguíneo. Nesse caso, o derrame pode ser chamado de AVC Isquêmico Trombótico.

Seja por uma embolia, seja por uma trombose, o AVC isquêmico é grave, sendo responsável por 80% dos casos de derrame no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde.

AVC Hemorrágico 

Um Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico (AVCH) acontece quando uma artéria no cérebro se rompe (aneurisma). O sangue dessa artéria cria um excesso de pressão no crânio e incha o cérebro, danificando células e tecidos cerebrais.

Os dois tipos de AVC Hemorrágico são intracerebral e subaracnoide. O intracerebral é o mais comum. Ele acontece quando os tecidos ao redor do cérebro se enchem de sangue após a ruptura de uma artéria. O subaracnoide provoca sangramento na área entre o cérebro e os tecidos que o cobrem.

Apresar de ser raro, o AVC Hemorrágico pode provocar danos cerebrais permanentes se não for tratado rapidamente.

AVC Transitório 

O AVC Transitório, também conhecido como Ataque Isquêmico Transitório (AIT), ocorre quando o fluxo sanguíneo no cérebro é bloqueado temporariamente.

Um coágulo de sangue é o que geralmente causa o AVC Transitório. Os sintomas são semelhantes aos de um AVC Isquêmico, mas o problema desaparece após alguns minutos ou horas, quando o coágulo se move e o fluxo sanguíneo é restaurado.

O AVC Transitório pode servir como um aviso de que um Acidente Vascular Cerebral real pode acontecer. A recomendação, portanto, é nunca ignorá-lo. O ideal é procurar o mesmo tratamento que você procuraria para um Acidente Vascular Cerebral grave, ou seja, obter ajuda médica de emergência.

Como ocorre o tratamento para os tipos de AVC?

O tratamento de emergência para o Acidente Vascular Cerebral depende se pessoa está passando por AVC Isquêmico ou AVC que envolve sangramento no cérebro (hemorrágico).

Tratamento para AVC Isquêmico

Para tratar um Acidente Vascular Cerebral Isquêmico, os médicos devem restaurar rapidamente o fluxo sanguíneo para o cérebro. Isso pode ser feito com uma medicação de emergência.

Medicamentos que podem romper um coágulo devem ser administrados dentro de 4 ou 5 horas a partir do início dos sintomas, se administrados por via intravenosa. Quanto mais cedo esses medicamentos forem administrados, melhores são as circunstâncias de recuperação.

O tratamento rápido não só melhora as chances de sobrevivência do paciente, mas também pode reduzir as complicações.

O tratamento do AVC Isquêmico também pode envolver injeção intravenosa de ativador de plasminogênio tecidual recombinante (TPA), também chamado de alteplase (Activase) ou tenecteplase (TNKase).

Esse medicamento restaura o fluxo sanguíneo, dissolvendo o coágulo que causa o Acidente Vascular Cerebral. O médico considera certos riscos para determinar se o TPA é apropriado para cada paciente.

Tratamento para AVC Hemorrágico

O tratamento de emergência do AVC Hemorrágico concentra-se no controle do sangramento e na redução da pressão no cérebro causada pelo excesso de líquido.

As opções de tratamento incluem medicamentos anticoagulantes, medicamentos para diminuir a pressão no cérebro (pressão intracraniana) e a pressão arterial, prevenir espasmos dos vasos sanguíneos e prevenir convulsões.

Se a região de sangramento for grande, o médico poderá optar por realizar uma cirurgia para remover o sangue e aliviar a pressão no cérebro. A cirurgia também pode ser usada para reparar problemas nos vasos sanguíneos associados a derrames hemorrágicos.

O tratamento para AVC Hemorrágico também pode envolver remoção de Malformações Arteriovenosas (MAVs) — vasos anormais que se interpõem entre artérias e veias, semelhantes a um novelo de lã, que impedem o fluxo sanguíneo normal —, embolização endovascular e outros procedimentos.

Tratamento para AVC Transitório

O tratamento para AVC Transitório tem o foco na prevenção de um Acidente Vascular Cerebral mais grave. As medidas são semelhantes àquelas adotadas no tratamento realizado depois de um Acidente Vascular Cerebral Isquêmico.

As medidas mais comuns são: medicações anticoagulantes e antiplaquetárias, cirurgia para a retirada dos depósitos de gordura (placas ateroscleróticas) das artérias e a implantação de um stent para desobstruir a artéria afetada (angioplastia).

Quais são os fatores de risco do AVC?

Qualquer pessoa pode ter um AVC, em qualquer idade — isso significa que o AVC pode acometer crianças, embora sejam casos raros. No geral, as chances de uma pessoa ter um AVC aumentam se ela tiver certos fatores de risco.

Alguns dos fatores de risco podem ser eliminados ou atenuados, enquanto outros não. Em primeiro lugar, observemos os fatores de risco para o AVC que você pode eliminar ou reduzir.

  • Pressão alta: a pressão arterial de 140/90 ou números superiores pode danificar as artérias que fornecem sangue ao cérebro. A hipertensão crônica e o AVC tem muitos fatores de risco parecidos.
  • Diabetes.
  • Tabagismo: fumar quase dobra o risco de Acidente Vascular Cerebral isquêmico.
  • Uso de pílulas anticoncepcionais (contraceptivos orais).
  • Histórico de Ataque Isquêmico Transitório (AIT): se você teve um ou mais AITs, você tem mais chances de ter um AVC do que alguém da mesma idade e sexo que nunca teve um derrame.
  • Contagem elevada de glóbulos vermelhos: o aumento significativo no número de glóbulos vermelhos engrossa o sangue e aumenta a probabilidade de formação de coágulos.
  • Colesterol e lipídios elevados no sangue: níveis elevados de colesterol contribuem para o espessamento ou endurecimento das artérias (aterosclerose) causado pelo acúmulo de placas, diminuindo a quantidade de fluxo sanguíneo para o cérebro.
  • Sedentarismo (falta de exercício físico).
  • Obesidade.
  • Uso excessivo de álcool.
  • Uso de drogas ilegais: o abuso de drogas intravenosas traz um alto risco de Acidente Vascular Cerebral por coágulos sanguíneos (embolias cerebrais).
  • Ritmo cardíaco anormal: certas doenças cardíacas podem aumentar o risco de Acidente Vascular Cerebral. Um batimento cardíaco irregular é um grave fator de risco cardíaco para o AVC, apesar de ser tratável.

Agora, confira os atores de risco para AVC que não podem ser alterados.

  • Terceira idade: o derrame em idosos é um perigo iminente, principalmente quando a pessoa tem um ou mais fatores de risco.
  • Etnia: as pessoas negras têm um risco muito maior de Acidente Vascular Cerebral do que pessoas de outras etnias. Isso ocorre, em parte, porque a população negra tem mais dificuldade de controlar a pressão alta.
  • Gênero: o AVC ocorre com mais frequência em mulheres do que em homens. Os Acidentes Vasculares Cerebrais são a terceira causa de mortalidade das mulheres, depois apenas das doenças cardíacas e do câncer.
  • Hereditariedade ou genética: pessoas com histórico familiar de Acidente Vascular Cerebral têm mais chances de desenvolverem o problema.

Os riscos aumentam quando múltiplos fatores estão presentes. Contudo, somente na consulta médica é possível avaliar cada caso particular com exames físicos, tomografia exames do coração, entre outros, para entender, com exatidão, o risco geral de ter um AVC.

Quando os fatores de risco estão relacionados à hipertensão? 

Artérias saudáveis são flexíveis, fortes e elásticas. Seu revestimento interno é liso, para que o sangue possa fluir livremente, suprindo órgãos e tecidos vitais do corpo com nutrientes e oxigênio. A pressão arterial elevada (hipertensão) aumenta gradualmente a pressão do sangue que flui nas artérias, inclusive nas artérias cerebrais.

Boa parte dos casos de AVCs é de pessoas que sofrem de hipertensão. A pressão arterial elevada tende a acelerar a aterosclerose, ou seja, o acúmulo de placas de gordura que tornam as artérias mais duras, estreitas e entupidas.

A hipertensão também aumenta a probabilidade de você ter fibrilação atrial. Isso faz com que o sangue se acumule no coração, onde um coágulo pode se formar.

A elevação da pressão arterial está relacionada tanto a casos de derrame isquêmico e hemorrágico quanto de derrame transitório. Isso significa que os "miniderrames" temporários também podem ser provocados pela hipertensão.

As pessoas que desenvolvem os fatores de risco para AVC também estão no grupo de risco da hipertensão. Obesidade, tabagismo, diabetes, consumo excessivo de bebidas alcoólicas e alta taxa de colesterol no sangue são fatores de risco para ambos os problemas de saúde.

A incidência maior de casos de AVC em idosos, pessoas negras e mulheres também está relacionada à dificuldade de controle da pressão arterial.

O que fazer em caso de AVC?

O que você fizer nesse momento crítico pode, potencialmente, ajudar a salvar a vida de alguém — ou a sua vida.

A parte mais difícil é reconhecer os sintomas do AVC. Se você observar algum sintoma associado ao problema, é necessário ligar imediatamente para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), por meio do número 192, ou ir até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Também pode ser útil observar a que horas os sintomas começaram. Se a pessoa já foi encontrada com sintomas de AVC, é importante tentar descobrir a última vez que ela foi vista sem sintomas.

A equipe de emergência pode tomar uma decisão mais acertada sobre as opções de tratamento com essas informações, garantindo que ela seja o mais segura possível.

Para garantir a segurança da pessoa com sintomas de AVC antes do atendimento médico, é importante não oferecer nenhum medicamento, comida ou bebida. Às vezes, um derrame afeta a capacidade de engolir, e isso pode causar mais danos à pessoa caso ela engasgue ou tenha dificuldade para respirar.

Como diminuir o risco de AVC? 

Conhecer os seus fatores de risco, seguir as recomendações do seu médico e adotar um estilo de vida saudável: esses são os melhores passos para evitar um AVC.

Se você já passou por um derrame, essas medidas ajudam prevenir que o episódio se repita. Também é importante prestar muita atenção nos cuidados de acompanhamento que você recebeu no hospital — eles serão fundamentais para evitar outro AVC.

Muitas estratégias para diminuir o risco de passar por um Acidente Vascular Cerebral são as mesmas usadas para prevenir doenças cardíacas. Em geral, as recomendações incluem os seguintes pontos.

Controlar a hipertensão

Essa é uma das medidas mais importantes que você pode fazer para reduzir o risco de um Acidente Vascular Cerebral. Mudanças no estilo de vida saudável e medicamentos são frequentemente usados ​​para controlar a pressão alta. Se você não tem hipertensão crônica, conheça os fatores de risco e tome as medidas preventivas.

Reduzir o colesterol e a gordura saturada na dieta

Uma dieta com menos colesterol e gordura — especialmente gordura saturada e gorduras trans — ajuda a reduzir o entupimento das artérias. Se você não pode controlar seu colesterol apenas com mudanças na alimentação, consulte seu médico e obtenha a prescrição de medicamento para baixar o colesterol.

Parar de fumar

Os fumantes têm o risco muito maior de desenvolver o Acidente Vascular Cerebral do que os não fumantes. Isso vale tanto para fumantes ativos quanto para pessoas que não fumam, mas entram em contato frequentemente com a fumaça do cigarro (fumantes passivos). Um método de prevenção ao AVC é eliminar de vez o tabagismo da rotina.

Controlar a diabetes

Dieta, exercício e perda de peso podem ajudam a manter o açúcar no sangue em uma faixa saudável. Se a melhoria no estilo de vida não parece suficiente para controlar sua diabetes, converse com seu médico. Ele pode prescrever medicamentos para o seu caso específico.

Manter um peso saudável

O excesso de peso contribui para desenvolver os fatores de risco de Acidente Vascular Cerebral, como a pressão alta, doenças cardiovasculares e diabetes. Uma boa maneira de avaliar se você está no peso saudável é calculando o Índice de Massa Corporal (IMC). Para manter um peso saudável, o foco está na alimentação, além de atividades físicas.

Uma alimentação baseada em porções de frutas e vegetais ajuda a reduzir o risco de AVC. A dieta mediterrânea, que foca no azeite, nas frutas, em nozes, vegetais e grãos integrais, pode ser útil. Uma dieta para pressão alta pode ter ainda mais restrições e cuidados.

Exercitar-se regularmente

O exercício aeróbico reduz o risco de Acidente Vascular Cerebral de algumas maneiras: pode diminuir a pressão arterial e aumentar os níveis de colesterol bom, além de melhorar a saúde dos vasos sanguíneos e do coração.

Incluir o exercício na rotina também ajuda a perder peso e controlar a diabetes. Para quem vai começar, uma boa dica é trabalhar pelo menos 30 minutos diários de atividade física moderada — como caminhar, correr, nadar ou andar de bicicleta.

Beber álcool com moderação, se for o caso

O consumo excessivo de álcool aumenta o risco de hipertensão arterial, além de derrames isquêmicos e hemorrágicos. Converse com seu médico sobre o que é apropriado para você.

O AVC é uma urgência. É importante se munir de informações sobre a doença para se prevenir e procurar ajuda o mais rápido possível — o tratamento é mais efetivo quando se age imediatamente. Para cada um dos tipos de AVC, a equipe médica pode realizar uma abordagem de tratamento mais adequada.

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